segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Para 2010


Para 2010 a minha resolução é: SER FELIZ!

Desejo-te Tempo!
Não te desejo um presente qualquer,
Desejo-te somente aquilo que a maioria não tem.
Tempo, para te divertires e para sorrires;
Tempo para que os obstáculos sejam sempre superados
E muitos sucessos comemorados.
Desejo-te tempo, para planeares e realizares,
Não só para ti mesmo, mas também para doá-lo aos outros.
Desejo-te tempo, não para teres pressa e correr,
Mas tempo para te encontrares a ti mesmo,
Desejo-te tempo, não só para passar ou para vê-lo no relógio,
Desejo-te tempo, para que fiques;
Tempo para te encantares e tempo para confiares em alguém.
Desejo-te tempo para tocares as estrelas,
E tempo para cresceres, para amadureceres.
Desejo-te tempo para aprenderes e acertares,
Tempo para recomeçares, se fracassares.
Desejo-te tempo também para poderes voltar atrás e perdoar.
Para teres novas esperanças e para amar.
Não faz mais sentido protelar.
Desejo-te tempo para seres feliz.
Para viveres cada dia, cada hora como um presente.
Desejo-te tempo, tempo para a vida.
Desejo-te tempo. Tempo. Muito tempo
(Autoria desconhecida)

( Recebi de uma amiga, a quem retribuo todo o tempo que eu conquistar )

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

presente de Natal ( Alentejano)

- Estouuuu... é da GNR?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli.

Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira pra larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os guardas da GNR
estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha,

e usando machados abriram ao meio todos os
toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.

-Oh Maneli, já aí foram os tipos da GNR?
- Já.
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim!
- Então feliz Natal, amigo! Esse foi o mê presente deste ano!

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

amancio escreveu

Recordo-me que, nos meus tempos de menino e moço se considerava que domingo sem missa, era como ir a Roma e não ver o Papa. Não que não existissem, já então, uns “gandulotes” que se deixavam ficar pelo adro da igreja, mas isso é outra história. Tinham um trabalho danado para camuflar a “gazeta às missas”, pois em casa tinham que dizer alguma coisa àcerca da homilia e de como eram os paramentos do padre. E, ai daqueles que não soubessem!... Os pais não iam em cantigas do tipo “chora, antes que elas te mordam a sério”, e muitos deles não hesitavam em puxar pelo cinto que, muitas vezes, era grosso cinturão. E se o “crianço” recalcitrava amiudadas vezes, então era a fivela do dito cujo que entrava em acção.
Dir-me-ão os mais “puristas” que era um abuso paternal, e não deixarei de lhes conceder. Mas é preciso não esquecer que, na época de 1940/1950, de que estamos a falar, a revolução industrial era, ainda, incipiente e dava em Portugal os primeiros passos. Os empregos eram, assim, escassíssimos. Se não houvesse uma boa “cunha” do prior da freguesia, não havia forma de se conseguir “entrar” para a fábrica. Só dava “trolha”, pedreiro ou “jornaleiro”, tudo trabalhos saudáveis porque “ao ar livre”, mas duros e sujos, além de se exercerem em “part-time” ao sabor dos elementos da natureza, e muitíssimo mais mal pagos que o emprego fabril, este abrigadinho das chuvas, ventos e neves, com direito a segurança social, férias e tudo. Ora, estão os meus amigos a ver, que cachopo ou cachopa que não fosse à missa e ao terço, ou não frequentasse a dominical catequese, não podia arrogar-se tais protecções!... E, de resto, dava muito mais trabalho esconder a falta do que ir aos actos religiosos, embora no adro sempre se conseguissem mirar as pernas de algumas miúdas e, a meio do sermão, já se podia ir dar dois chutos numa bola de trapos, jogar ao pião, ao esconde-esconde ou ao esconde-lencinho, alturas que os rapazes aproveitavam para uns apalpões mais ousados às catraias. Outros havia que, movidos pela rafa, aproveitavam para saltar no quintal de um qualquer lavrador e apanhar-lhe umas rocas de cerejas, uma abada de peras, maçãs, laranjas, castanhas, uvas ou pêssegos, o que houvesse, consoante a época. E havia, até, os que aproveitavam para ir nadar no rio ou, até, pescar. Nós, os que íamos à missinha, não éramos melhores, embora o parecessemos, e quase sempre passávamos o tempo da reza em traquinices, mesmo correndo o risco de levar um bofetão ou um valente puxão de orelhas que o sacristão ou um ou outro mais “beato” estava sempre pronto a distribuir!...
Podia, até, contar aqui aquela história que me valeu uma valente lambada do sacristão. Ora, dentro da porta do lado da “Botica”, por onde ninguém entrava e que dava directamente para o lado do harmónio, quase por debaixo do púlpito, ficavam colocados em cima de um escabelo corrido os “aparelhómetros” da instalação sonora que se utilizava para abrilhantar as festas. Tais aparelhos, diga-se em abono da verdade, eram bastante rudimentares, e qualquer mau contacto produzia áspera, irritante e “intragável” chiadeira. Foi o que aconteceu naquela festa. Ora, o senhor Augusto
Ferreira, mais conhecido pelo senhor Augusto “cuco” e que era o responsável por tal instalação e me conhecia bem, sendo até o meu chefe na alcateia dos lobitos, pescou-me para eu segurar um terminal qualquer, que era uma espécie de banana que tinha folga no encaixe, o que logo fiz todo vaidoso. O pior foi que, na ausência dele, o sacristão – vindo de arrecadar as moedas do ofertório, - me topou naqueles assados e, sem dizer água-vai, “amanda-me” no cachaço um sopapo de se lhe tirar o chapéu. Creio que todos os “músicos” da orquestra do senhor “Barandão” deram por isso apesar de eu, “bem educadinho da silva”, ter reprimido o grito e a choradeira assomadiça. Mas logo o Augusto cuco, de boa memória, chamou o senhor António à ordem, explicando-lhe o que se passava. E o senhor António, que era o sacristão – sempre o conheci como tal -, a quem davam a alcunha de “rilha”, vá lá saber-se porquê, e que era muito boa pessoa, logo ali me afagou o cabelo num “acto penitencial”, que completou com uma moedita de tostão. Desconheço se teria saído da algibeira própria ou da saca das esmolas mas sei que, mal terminadas as cerimónias, deu para comprar à “Se’maria Carvalha” um cartucho de tremoços.
Naquele tempo era assim, porque estávamos a emergir da segunda guerra mundial e a penúria era mais que muita. É tempo a que hoje, infelizmente, estamos a regressar. Não que já haja o racionamento daquela altura, sequer se adivinhe, mas o dinheiro é que não chega ou está mal distribuído, e todos temos consciência de que a devoção cresce conforme a precisão. É por isso, até, que já vai mais gente à missa, naturalmente no intuito de melhor estar com a sua consciência, ou na mira de ocupar o tempo, mas, também, para ser vista pela sociedade, sendo certo que estão a aumentar também as vocações religiosas. Algumas delas por verdadeira vocação, outras apenas por “bocação”!...


«« extracto dum dos escrito do Snr. Amancio Gonçalves,
ver o seu blog " http://www.amanciogoncalves.blogspot.com/ »»

sábado, 28 de Novembro de 2009

perdido...

reencontrei-me entre os livros e as pautas

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Desafio ...

Afinal o que é música ?
Deixe a sua definição.
***
Musica é:
Melodia da alma, sons e tons
que nos conseguem tocar com magia!
escreveu
Nenúfer cor-de-rosa

sábado, 12 de Setembro de 2009

grito


Há muito que não dedico atenção à " TOCA ".
Tenho andado muito atarefado, porém com obra feita.
Mas hoje sinto-me inspirado
e com energia suficiente para gritar bem alto...

Vale a pena Viver !

quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

Boas Férias !

Mais uns dias de férias ...
Cheiros de meresias, reboliço do mar
e as dunas para apreciar.
Vamos lá então fazer esse grande esforço.
Suruka

Arreda! Arreda!


O irmão do rei D. Carlos, D.Afonso, conduzia o seu Fiat pelas ruas de Lisboa aos berros, para que os incautos, ainda não habituados à velocidade estonteante dos automóveis, se afastassem. Haviam então, em todo o país, meia centena de automóveis. A alcunha colou ao carro e ao dono.
Ano 1905

terça-feira, 30 de Junho de 2009

idolos do Ecran








Já me diverti imenso com estas duas figuras.
A Pipi, no tempo de infancia.
O senhor Bin, bem mais recente.
Suruka

segunda-feira, 1 de Junho de 2009

deixa cá ver...

« Grandes realizações são possíveis quando
se dá importância aos pequenos começos. »

De: Lao-Tsé

sábado, 23 de Maio de 2009

reflectindo...

« Os homem de bem exige tudo de si próprio;
o homem medíocre espera tudo dos outros. »

De: Confúcio

sábado, 16 de Maio de 2009

Crises ?


A crise que estamos a viver
não deve ser tão importante como parece.
Já repararam nos anúncios que, com imensa facilidade,
nos convidam a gastar e a consumir?
« Vive o momento », « De que é que estás á espera? »,
« Faz o que sentes »...

E que dizer da publicidade dos simpáticos cartões,
esse dinheiro de plástico tão amigo,
que vive connosco e nos convida a um consumo
sem limites e sem responsabilidades?

Tudo fácil, tudo barato e a custar uns milhões
que mais tarde terão que ser pagos.

Escreveu: José Vicente Ferreira
Revista Dirigir

sábado, 2 de Maio de 2009

Mãe

beijo

segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Passagem


Enche os teus olhos de brilho...
Teus lábios de sorrisos...
Teu coração de ternura...
sorri... sonha... onde andas sonhador(a)?
Boa Páscoa!!!
Suruka